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Quando o boletim preocupa

Como motivar o aluno após notas baixas

11/04/2025

Uma nota baixa pode indicar mais do que dificuldade com o conteúdo. Cansaço, insegurança, problemas emocionais ou distrações em casa também afetam o desempenho escolar. Por isso, diante de um boletim escolar abaixo do esperado, o diálogo deve ser o primeiro passo.

Mais importante do que apontar falhas, é ouvir o que a criança tem a dizer. Muitos estudantes não sabem como expressar suas frustrações e acabam se fechando ainda mais diante da cobrança. “Acolher com empatia é o ponto de partida para construir um plano de ação eficiente”, orienta Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto.

Conversar com os professores também ajuda a entender o contexto. Participação em sala, postura nas atividades em grupo e esforço diário são elementos que não aparecem nas notas, mas fazem diferença na análise do boletim. Ao compreender melhor o cenário, os pais podem agir com mais clareza, em vez de reagir por impulso.

Criar uma rotina de estudos personalizada é uma das estratégias mais eficazes após um boletim desafiador. Um plano realista, com metas pequenas e viáveis, permite que a criança veja sua evolução e se sinta mais confiante. “Com apoio e planejamento, é possível transformar o boletim em uma oportunidade de crescimento”, destaca o diretor do Colégio Anglo Salto.

Recompensas simbólicas, como elogios sinceros, atividades em família ou até uma folga depois de um bom desempenho, reforçam o engajamento sem criar dependência por prêmios. A motivação deve vir, em primeiro lugar, do entendimento de que o esforço vale a pena.

O incentivo à autonomia também é fundamental. Permitir que a criança participe da organização dos estudos, escolha horários e avalie seu próprio desempenho estimula o senso de responsabilidade. Quando o estudante percebe que tem voz nesse processo, a motivação tende a crescer naturalmente.

Outro ponto que merece atenção é o equilíbrio entre estudo e descanso. Exigir rendimento sem pausas adequadas pode levar à exaustão. Intercalar momentos de lazer, brincadeiras e exercícios físicos ajuda a manter a saúde emocional e favorece a concentração.

Caso as dificuldades persistam, vale considerar o acompanhamento profissional. Psicopedagogos, fonoaudiólogos e psicólogos podem ajudar a identificar questões mais profundas, como transtornos de aprendizagem, dificuldades de linguagem ou ansiedade escolar.

O boletim, por si só, não deve ser visto como um veredicto. Ele é uma ferramenta que aponta caminhos a seguir. O mais importante é enxergá-lo como parte de um processo contínuo, onde cada desafio superado representa um passo importante na formação acadêmica e pessoal da criança. Para saber mais sobre boletim escolar, visite https://educador.brasilescola.uol.com.br/sugestoes-pais-professores/recebendo-boletim.htm e https://www.grudadoemvoce.com.br/blog/notas-na-escola/?srsltid=AfmBOooSOypohPG6EC7NlAxKeyKahFLEgIvSuGRT28PQL90zxG7QwjoK

 


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