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21/01/2026
A volta às aulas costuma mexer com toda a família. Para os pais, é o momento de reorganizar horários, retomar a rotina e acompanhar as expectativas para o novo ano. Para os filhos, especialmente crianças e adolescentes, esse período vem carregado de emoções — nem sempre fáceis de entender ou de explicar.
É comum que, junto com a empolgação, apareça a ansiedade. Ela pode surgir como preocupação com as matérias, medo de não se adaptar à nova turma, receio de errar ou simplesmente como aquele “frio na barriga” típico dos recomeços. E tudo bem. O início do ano letivo é, antes de tudo, um momento de transição.
No Colégio Anglo Salto, esse movimento é visto com cuidado e atenção. A escola entende que aprender vai muito além dos conteúdos e que o emocional do aluno influencia diretamente sua relação com os estudos, com os colegas e consigo mesmo.
A ansiedade não surge sem motivo. Para crianças e adolescentes, o começo do ano representa mudanças importantes: novos professores, aumento da complexidade das disciplinas, cobranças diferentes e, muitas vezes, novas relações sociais.
Mesmo alunos que gostam da escola podem se sentir inseguros. Alguns têm medo de não acompanhar o ritmo da turma, outros se preocupam com a aceitação do grupo. Há ainda aqueles que internalizam expectativas altas demais — próprias ou dos adultos ao redor.
Nem sempre a ansiedade é verbalizada. Ela pode aparecer em pequenas atitudes do dia a dia: dificuldade para dormir, irritação, dores de cabeça, resistência para ir à escola ou mudanças no apetite. Observar esses sinais é essencial para que o aluno receba o apoio necessário desde o início.
A família tem um papel fundamental nesse processo. E, muitas vezes, não é preciso fazer grandes intervenções — pequenas atitudes já fazem diferença.
Criar um espaço de conversa é um bom começo. Perguntar como foi o dia, demonstrar interesse real e ouvir sem pressa ajudam o filho a se sentir seguro para falar sobre o que sente. Evitar comparações e cobranças excessivas no início do ano também contribui para reduzir a pressão.
Manter uma rotina equilibrada, com horários definidos para estudo, lazer e descanso, é outro ponto importante. O corpo e a mente precisam de tempo para se adaptar ao ritmo escolar. Incentivar hábitos saudáveis, como boa alimentação e sono adequado, também favorece o equilíbrio emocional.
Quando os pais mostram que confiam no processo e no desenvolvimento do filho, o estudante se sente mais confiante para enfrentar os desafios.
A escola entende que o aluno precisa se sentir confortável no ambiente escolar para que o aprendizado aconteça de forma significativa.
Nos primeiros dias, a prioridade é criar vínculos. Professores e equipe pedagógica se aproximam dos alunos, observam comportamentos e incentivam a integração entre as turmas. Esse olhar atento permite identificar quem precisa de mais apoio e oferecer orientação desde cedo.
A escola trabalha para que o aluno se sinta pertencente, respeitado e acolhido. Quando o estudante percebe que pode errar, perguntar e aprender no seu próprio ritmo, a ansiedade diminui e a confiança cresce.
Ao longo do ano, o Anglo Salto desenvolve práticas que incentivam o autoconhecimento e o cuidado emocional. Atividades que estimulam a escuta, a empatia e a organização da rotina ajudam os alunos a entenderem melhor seus sentimentos e a lidar com frustrações.
Essas ações ensinam, desde cedo, que sentir ansiedade não é um problema, mas algo que pode ser reconhecido e administrado. O aluno aprende a respirar, a pausar, a pedir ajuda e a buscar equilíbrio — habilidades que serão importantes não só na vida escolar, mas também fora dela.
Para os adolescentes, especialmente aqueles que enfrentam uma carga maior de estudos e responsabilidades, esse suporte emocional é ainda mais relevante. O acompanhamento próximo ajuda a reduzir a pressão e a construir uma relação mais saudável com os estudos.
Com o passar dos meses, os desafios aumentam. Os conteúdos se tornam mais complexos, as avaliações exigem mais preparo e a autonomia do aluno passa a ser cada vez mais importante. Esse processo é natural e faz parte do amadurecimento.
O papel da escola, nesse momento, é orientar, apoiar e mostrar caminhos. O papel da família é incentivar, acolher e confiar. Juntos, escola e pais ajudam o aluno a desenvolver responsabilidade, organização e persistência, sem que isso se transforme em excesso de cobrança.
Aprender a lidar com desafios de forma equilibrada prepara o estudante para situações futuras, dentro e fora da escola.
O Colégio acredita que a educação acontece em parceria. Quando família e escola mantêm um diálogo aberto, o aluno percebe que há uma rede de apoio ao seu redor.
Essa união transmite segurança e fortalece a autoestima do estudante. Ele entende que não está sozinho, que pode contar com adultos atentos e que seus sentimentos são importantes.
Ao longo do ano, surgirão dificuldades, conquistas, descobertas e aprendizados. E cada etapa será vivida com mais tranquilidade quando o cuidado emocional estiver presente.
A escola se dedica a formar alunos preparados academicamente, emocionalmente e socialmente, oferecendo um ambiente acolhedor, humano e atento às necessidades de cada estudante.
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